Terça-feira, Abril 01, 2008
EQUILÍBRIO
Enquanto Hollywood colhe os frutos de sua bem-sucedida incursão no universo das histórias em quadrinhos, filmes como Jumper se aproveitam da onda a fim de integrar a briga por uma fatia do mercado, oferecendo ao público uma nova geração de heróis com que possa se identificar.
Felizmente, David S. Goyer e Simon Kinberg, ambos com alguma experiência acumulada na transposição do universo das HQ's para o cinema, além de Jim Uhls, responsável pelo roteiro de Clube da Luta, transformaram o livro de Steven Gould em um produto honesto, leve, auto-irônico e do bem, que se apropria de elementos da ficção-científica com o intuito de dar vida a personagens conscientes, respeitando, acima de tudo, os códigos referentes à experiência e período de vida de cada um deles.
Pois David Rice (Hayden Christensen, ótimo), quando se descobriu com o poder do teletransporte durante a adolescência, saiu de casa, acumulando, desde então, riquezas, relacionamentos sem compromisso e viagens pelo mundo. Até descobrir, em um belo dia, que não é o único a dispor de tal força e que, pior, há uma batalha histórica, que perdura há séculos, para eliminar aqueles que a possuem.
Filme de equações bastante simples (mas não simplificadas), Jumper inter relaciona organicamente questões envolvendo noções de espaço e tempo, internos e físicos, resolvendo os conflitos com desembaraço e fluidez.
Doug Liman (de Vamos Nessa, A Identidade Bourne e Sr. e Sra. Smith) compreendeu a vivacidade dentro do espírito juvenil abraçado pelo material e realizou uma aventura enxuta, com cenas de ação e efeitos visuais pontuais, que valorizam as belíssimas locações e atuam em conjunto com o desenvolvimento adequado das personagens.
A ambiência criada não abarca grandes explicações para os feitos, mas sim absorve um universo tão utópico quanto sedutor, de seres - nem tão utópicos assim - regidos por conexões, desejos, incertezas e grandes impulsos. O equilíbrio entre um mundo cada vez mais veloz e o poder harmônico da lentidão parece, por fim, ser uma das alusões. Muito bom.
Jumper   
de Doug Liman. Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Jamie Bell, Rachel Bilson, Diane Lane, Michael Hooker, AnnaSophia Robb, Max Thieriot, Jesse James, Tom Hulce. EUA, 2008.
Visto no Espaço Unibanco 4, Março / 2008
posted by tobey, an acer at 11:48 PM
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Domingo, Fevereiro 24, 2008
ALFRED 2007
Meus votos
filme
1 - Novo Mundo
2 - Nunca É Tarde para Amar
3 - Ponte para Terabítia
4 - Comédia do Poder
5 - Maria
diretor
1 - Emanuele Crialese, por Novo Mundo
2 - Claude Chabrol, por Comédia do Poder
3 - Jia Zhang-ke, por Em Busca da Vida
4 - Amy Heckerling, por Nunca É Tarde para Amar
5 - Abel Ferrara, por Maria
ator
1 - Vincenzo Amato, por Novo Mundo
2 - Tommy Lee Jones, por No Vale das Sombras
3 - Timothy Olyphant, por Hitman – Assassino 47
4 - Bernardo Marinho, por O Passageiro – Segredos de Adulto
5 - Peter O'Toole, por Venus
atriz
1 - Michelle Pfeiffer, por Nunca É Tarde para Amar
2 - Isabelle Huppert, por Comédia do Poder
3 - Amy Adams, por Encantada
4 - Laura Dern, por Império dos Sonhos
5 - Nikki Blonsky, por Hairspray – Em Busca da Fama
ator coadjuvante
1 - Christopher Walken, por Hairspray – Em Busca da Fama
2 - Jim Caviezel, por Déjà Vu
3 - Robert Downey Jr., por Zodíaco
4 - Justin Timberlake, por Alpha Dog
5 - John Travolta, por Hairspray – Em Busca da Fama
atriz coadjuvante
1 - Demi Moore, por Bobby
2 - Fernanda Montenegro, por O Amor nos Tempos do Cólera
3 - Sharon Stone, por Alpha Dog
4 - Bailee Madison, por Ponte para Terabítia
5 - Jennifer Hudson, por Dreamgirls – Em Busca de um Sonho
elenco
1 - Ponte para Terabítia
2 - Mutum
3 - Novo Mundo
4 - Proibido Proibir
5 - Hairspray – Em Busca da Fama
cena do ano
1 - Mãe tomando uma ducha pela primeira vez, em Novo Mundo
2 - Homem se equilibrando em uma corda, último plano, em Em Busca da Vida
3 - Juliette Binoche na praia, última cena, em Maria
4 - Primeiro ataque do monstro, em O Hospedeiro
5 - Josh Hutcherson e AnnaSophia Robb se balançando, pela primeira vez, no cipó, em Ponte para Terabítia
roteiro original
1 - As Leis de Família
2 - Nunca É Tarde para Amar
3 - Comédia do Poder
4 - Maria
5 - Novo Mundo
roteiro adaptado
1 - Zodíaco
2 - Ponte para Terabítia
3 - Medos Privados em Lugares Públicos
4 - Hairspray – Em Busca da Fama
5 - Eu me Chamo Elisabeth
filme de estréia
1 - Ponte para Terabítia
2 - Estamos Bem Mesmo sem Você
3 - Person
4 - Escorregando para a Glória
5 - Fabricando Tom Zé
filme brasileiro
1 - Proibido Proibir
2 - Pro Dia Nascer Feliz
3 - Person
4 - O Passageiro – Segredos de Adulto
5 - 500 Almas
fotografia
1 - Em Busca da Vida
2 - Marcas da Vida
3 - Zodíaco
4 - Novo Mundo
5 - Lady Chatterley
montagem
1 - Nunca É Tarde para Amar
2 - Comédia do Poder
3 - Em Busca da Vida
4 - Dreamgirls – Em Busca de um Sonho
5 - Medos Privados em Lugares Públicos
direção de arte
1 - O Cheiro do Ralo
2 - Medos Privados em Lugares Públicos
3 - Maria Antonieta
4 - Novo Mundo
5 - Zodíaco
trilha sonora
1 - Medos Privados em Lugares Públicos
2 - Vermelho como o Céu
3 - Em Busca da Vida
4 - Querô
5 - Novo Mundo
canção
1 - Pop! Goes My Heart, de Letra e Música
2 - Avant la Haine, de Em Paris
3 - Come So Far (Got So Far to Go), de Hairspray – Em Busca da Fama
4 - Happy Working Song, de Encantada
5 - Me Llaman Calle, de Princesas
som
1 - Ponte para Terabítia
2 - Lady Chatterley
3 - Novo Mundo
4 - 500 Almas
5 - Mutum
efeitos visuais
1 - Ponte para Terabítia
2 - A Lenda de Beowulf
3 - O Homem Duplo
4 - A Colheita do Mal
5 - Harry Potter e a Ordem da Fênix
pior filme
1 - Quart4 B
2 - O Magnata
3 - O Último Rei da Escócia
4 - Notas sobre um Escândalo
5 - Baixio das Bestas
posted by tobey, an acer at 10:57 AM
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SENTIMENTO DE MUNDO
Alguma coisa parece incomodar o pintor e o jardineiro. Não se trata da relação entre ambos - esta, na verdade, é o que converge naturalmente da necessidade de afeto -, mas sim de fatos que sucederam repentinamente, sem planejamento, na vida de cada um deles.
Conversas com Meu Jardineiro trata de reencontros. O primeiro deles acontece quando um homem (Jean-Pierre Darroussin), em resposta a um anúncio, chega a uma casa de campo candidatando-se para o trabalho de jardineiro. Quem habita o local é um pintor (Daniel Auteuil), que acaba de se mudar de Paris.
Não demora muito para os dois se reconhecerem como antigos amigos de escola, à época do primário. Depois de uma traquinagem em sala de aula, os garotos abandonam a instituição e nunca mais se vêem.
A vida, porém, reservou destinos diferentes para cada um. O menino mais rico tornou-se um famoso pintor, enquanto o mais humilde trabalhou por décadas como ferroviário e agora, aposentado, dedica-se à jardinagem.
Há algo muito insatisfatório na vida dos dois que os conecta. A trama, aos poucos, revela uma vida de certos questionamentos e incertezas, tanto por parte do pintor, envolvendo seu casamento, sua relação com a filha e a maneira atual de encarar seu ofício, quanto por parte do jardineiro, de quem o olhar, o modo como fala e os assuntos que coloca em pauta exprimem uma tristeza, cujos motivos nunca ficam muito claros.
Jean Becker acerta ao atribuir à palavra um papel de extrema importância para a arquitetura do filme, tanto na relação de amizade entre as duas personagens quanto do que dela é extraído para a dosagem entre comédia e drama. É através da palavra que algumas construções climáticas bastante delicadas se revelam certeiras, como quando o pintor zomba da análise de um quadro, em uma exposição, e o último belíssimo plano.
O diretor trabalha sabiamente a ausência de acontecimentos extraordinários no roteiro, atribuindo à montagem não só o senso de ritmo como o pilar da junção de pequenos eventos cotidianos que se revelam transformadores. O roteiro é ainda bastante inteligente na manipulação de espaços e tempo, cuja ordem dos acontecimentos auxilia o tratamento sutil e pausado do perfil do pintor e do jardineiro.
Essa leveza presente na narrativa e o carinho de Becker pelo material resultam em algo bastante agradável, em grande parte também pelo excelente trabalho dos atores. Da forma como começou, Conversas com Meu Jardineiro permanece íntegro, de um primeiro reencontro, entre dois amigos de infância, a um outro, que diz respeito aos pequenos momentos de afeto, dos momentos que surgem e ajudam a redefinir conceitos próprios, envolvendo os sentidos daquilo que nos rodeia.
Um sentido para Dupinceau e Dujardin.
Dialogue avec Mon Jardinier  
de Jean Becker. Roteiro de Jean Becker, Jean Cosmos e Jacques Monnet, baseado em livro de Henri Cueco. Daniel Auteuil, Jean-Pierre Darroussin, Fanny Cottençon, Alexia Barlier, Hiam Abbass, Élodie Navarre. França, 2007.
posted by tobey, an acer at 10:06 AM
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Segunda-feira, Janeiro 21, 2008
JOGO DE EMOÇÕES
O décimo longa-metragem de Eduardo Coutinho (Cabra Marcado para Morrer / Edifício Master / O Fim e o Princípio) propõe um exercício de representação, confundindo propositalmente as linhas que separam o real do fictício.
A representação em um sentido amplo, desde a idéia dentro da arte dramática até a maneira de exposição de si, dos outros e de uma visão particular.
Oitenta e três mulheres atenderam a um anúncio de jornal para contarem suas estórias de vida. Vinte e três delas foram selecionadas e conversaram com o diretor dentro de um teatro. Semanas depois, atrizes de prestígio interpretaram os relatos, cada uma a seu modo.
Se há uma razão para aproximar o ator do entrevistado é porque Coutinho parece ter consciência de que existe uma “barreira” que distancia famosos de anônimos, em uma espécie de pirâmide social; é a partir das reações obtidas nas entrevistas e através delas, porém, daquilo que nos une emocionalmente e que nos define igualmente enquanto seres de uma mesma espécie, que o filme trata de tentar quebrá-la.
Jogo de Cena traça paralelismos entre esse encontro diretor / atriz / objeto / público e esgarça certa interatividade no embaralhamento de posições dentro desse universo.
Alguns dos melhores momentos ficam por conta das observações das próprias atrizes sobre o processo de interiorização das personagens, mostrando como a emoção, no caso, interfere definitivamente na criação - e novamente o filme encontra esses instantes de aproximação entre as pessoas, de pureza e pequenas e simples belezas.
Essa busca, por alguma verdade, verdadeiramente justa e humana, em meio a tantos males e incertezas, é colada à figura observadora de Coutinho (perceptível também em outros de seus trabalhos). Os mecanismos dessa busca, naturalmente, estão invariavelmente relacionados ao seu poder como diretor.
O cineasta parece mais que ciente que esse “poder” é o que pode determinar o sucesso do resultado, e com isso, durante o processo, procura não medir esforços para extrair do objeto aquilo que realmente procura. Não são raros os momentos em que os entrevistados alternam sensações de incômodo ou constrangimento diante da maneira como as conversas são conduzidas - o maior expoente, talvez, quando Coutinho ri de uma das mulheres enquanto ela chora, ainda emocionada.
Os resultados disso talvez sejam algumas das próprias virtudes do filme, incompativelmente, ao mesmo tempo em que permanece a forte sensação provocada pelo mesmo efeito duro e direto que atingira o entrevistado (afinal, a câmera nele permaneceu fixa), batendo de frente com o que o material apresenta de puro e inusitado.
Convenhamos, nem só de pureza e ações extraordinárias dependem um filme, mas tudo nele está sujeito a escolhas. As de Coutinho, dentro de um projeto repleto de minúscias, exercem tanto atração quanto repulsa.
Jogo de Cena 
de Eduardo Coutinho. Brasil, 2007.
Visto no IG Cine, SP, Outubro / 2007
posted by tobey, an acer at 12:46 AM
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Sábado, Janeiro 19, 2008
FILMES DE DEZEMBRO / 2007
Entre vistos e revistos:
Hairspray – Em Busca da Fama (2007, Adam Shankman)    
A Virgem Desnudada por Seus Pretendentes (2000, Hong Sang-soo) 
O Dia em que o Porco Caiu no Poço (1996, Hong Sang-soo) 
Across the Universe (2007, Julie Taymor)
Conto de Cinema (2005, Hong Sang-soo) 
Santos e Demônios (2006, Dito Montiel) 
Mulher na Praia (2006, Hong Sang-soo) 
Novo Mundo (2006, Emanuele Crialese)    
Encantada (2007, Kevin Lima) 
Garçonete (2007, Adrienne Shelly)
A Noiva Perfeita (2006, Eric Lartigau)
Cada um com Seu Cinema (2007, vários) 
A Coragem de Amar (2005, Claude Lelouch)
A Espiã (2006, Paul Verhoeven)  
O Sobrevivente (2006, Werner Herzog) 
No Vale das Sombras (2007, Paul Haggis) 
Cão sem Dono (2007, Beto Brant / Renato Ciasca)  
Eu e as Mulheres (2007, Jon Kasdan) 
O Livro das Revelações (2006, Ana Kokkinos)
P.S. Eu Te Amo (2007, John LaGravenese)
O Diário de uma Babá (2007, Shari Springer Berman / Robert Pulcini) 
O Fim do sem Fim (2000, Beto Magalhães / Cao Guimarães / Lucas Bambozzi) 
Armênia (2006, Robert Guédiguian)
O Ex-Namorado da Minha Mulher (2006, Jesse Peretz)
Conversas com Meu Jardineiro (2007, Jean Becker)  
O Suspeito (2007, Gavin Hood)  
Sombras de Goya (2006, Milos Forman)
Deepwater (2005, David S. Marfield)
PQD (2007, Guilherme Coelho)   
posted by tobey, an acer at 6:32 PM
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FILMES DE NOVEMBRO / 2007
Sem contar os filmes da 31a. Mostra. Entre vistos e revistos:
30 Dias de Noite (2007, David Slade)
O Amor nos Tempos do Cólera (2007, Mike Newell)
Podecrer! (2007, Arthur Fontes) 
Antes Só do que Mal Casado (2007, Peter e Bobby Farrelly)  
O Passado (2007, Hector Babenco) 
Cão de Briga (2005, Louis Leterrier) 
Mutum (2007, Sandra Kogut)  
Sem Controle (2007, Cris D'amato) 
Leões e Cordeiros (2007, Robert Redford) 
Meu Melhor Amigo (2006, Patrice Leconte) 
O Magnata (2007, Johnny Araújo)
Abismu (1977, Rogério Sganzerla)  
As Bellas da Billings (1986, Ozualdo Candeias) 
Planeta Terror (2007, Robert Rodriguez)  
1408 (2007, Mikael Hafstrom)
De Repente, Califórnia (2007, Jonah Markowitz) 
Angel-A (2005, Luc Besson)
A Vida dos Outros (2006, Florian Henckel von Donnersmarck)
Spider Lillies (2007, Zero Chou)
Conduta de Risco (2007, Tony Gilroy) 
Os Donos da Noite (2007, James Gray)  
O Reino (2007, Peter Berg) 
Angel (2007, François Ozon) 
A Casa de Alice (2007, Chico Teixeira)  
posted by tobey, an acer at 4:58 PM
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FILMES DE OUTUBRO / 2007
Com exceção daqueles vistos durante a 31a. Mostra:
Nação Fast Food (2006, Richard Linklater)  
Ligeiramente Grávidos (2007, Judd Apatow)  
Tropa de Elite (2007, José Padilha)
Sympathy for the Devil (1968, Jean-Luc Godard)    
posted by tobey, an acer at 4:51 PM
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FILMES DE SETEMBRO / 2007
Minhas planilhas de filmes vistos durante os meses estão sendo devidamente reorganizadas. Tentativa de reorganização da casa, e de outras coisinhas também. Aos poucos:
Encontros ao Acaso (2006, Joey Lauren Adams) 
Morrer ou Viver (1999, Takashi Miike)   
Sem Reservas (2007, Scott Hicks) 
Rio Grande (1950, John Ford)   
Primo Basílio (2007, Daniel Filho)
Possuídos (2006, William Friedkin)   
Heroic Trio (1993, Johnnie To) 
Cidade dos Homens (2007, Paulo Morelli)
Paranóia (2007, DJ Caruso) 
Exuberante Deserto (2006, Dror Shaul) 
Hairspray – Em Busca da Fama (2007, Adam Shankman)    
Invasores (2007, Olivier Hirschbiegel) 
Piaf – Um Hino ao Amor (2007, Olivier Dahan) 
Angela (2002, Roberta Torre) 
O Ultimato Bourne (2007, Paul Greengrass) 
O Homem que Virou Suco (1980, João Batista de Andrade)  
O Pequeno Italiano (2005, Andrei Kravchuk)  
A Promessa (1996, Jean-Pierre e Luc Dardenne)  
Os Simpsons – O Filme (2007, David Silverman) 
Anjos Exterminadores (2006, Jean-Claude Brisseau) 
Depois do Casamento (2006, Susanne Bier) 
Nunca É Tarde para Amar (2007, Amy Heckerling)    
Bem-Vindo a São Paulo (2004, vários) 
Encontro com Milton Santos ou: O Mundo Global Visto do Lado de Cá (2006, Silvio Tendler) 
Trabalho Ocasional de uma Escrava (1973, Alexander Kluge)  
Despedida de Ontem (1966, Alexander Kluge)  
Imperativo (1982, Krzysztof Zanussi)  
posted by tobey, an acer at 3:59 PM
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